A britânica Mini, montadora do grupo BMW, está realizando um recall de 2.470 unidades de seis modelos com motor turbo fabricados entre março de 2006 e janeiro de 2011.
Problema na bomba de água suplementar do turbocompressor provoca recall (Foto: Divulgação)
O motivo do recall é um problema que foi detectado na bomba de água suplementar do turbocompressor. Segundo a Mini, a falha pode provocar o superaquecimento da placa de circuitos e incêndio no compartimento do motor.
Os modelos convocados são Cooper S, Cooper S Cabrio, Cooper JCW, Cooper S Clubman e Countryman nas versões S e All4.
Para outras informações, a Mini disponibilizou o telefone 0800-707-0578. Os serviços serão realizados a partir de 6 de fevereiro e o tempo gasto na realização é de aproximadamente uma hora.
Ford lança nesta quinta-feira o Fiesta Upgrade, oferecendo ao cliente mais equipamentos pelo mesmo valor. Com a novidade, a linha Fiesta RoCam passa a disponibilizar vidros elétricos, aquecedor, limpador e desembaçador traseiro como itens de série da versão básica, com o preço a partir de R$ 26.900 (hatch) e R$ 28.990 (sedan).
Fiesta RoCam, versão hatch (Foto: Divulgação)
O cliente que optar pelo pacote com ar-condicionado e direção hidráulica pagará o valor do modelo 1.0, porém levará para casa a versão 1.6 do automóvel. Portanto, o modelo hatch custará R$ 33.900 e o sedan R$ 35.900.
A linha Fiesta RoCam também amplia a lista de opções disponíveis. Entre as novidades estão o rádio MyConnection (com CD/MP3, bluetooth e conexões USB e Ipod), air bag duplo, ABS e rodas de liga leve.
Quando a bateria começa a falhar demais, é trocá-la ou correr o risco de não conseguir ligar o carro. Mas há sinais de que a peça está perdendo sua intensidade. Se percebidos, pode-se dar uma carga no componente antes que ele pare de funcionar.
Vida útil de bateria dura aproximadamente dois anos ou 50 mil km (Foto: Divulgação)
Segundo o consultor da SAE Francisco Satkunas, ao ligar o carro é importante ouvir o barulho do motor de partida. “Se ele não tiver o mesmo vigor de sempre, a bateria pode estar perdendo carga.” Ele recomenda um teste fácil: “Coloque o veículo em frente a uma parede com o farol ligado. Se ao acelerar a intensidade da luz aumentar muito, algo está errado.”
Especialistas dizem que se o carro passar mais de 20 dias parado, pode precisar de carga elétrica. Satkunas explica que há componentes funcionando com o motor desligado, como relógio e alarme, que gastam a bateria.
Segundo o coordenador da comissão de eletroeletrônica da Associação de Engenheiros Automotivos (AEA) Ricardo Takahira, as baterias têm em média 14,7 volts de potência e os carros precisam de ao menos 12 para funcionar. “Abaixo desse nível, deve-se carregá-la.”
Caso a bateria não consiga mais absorver essa energia, é sinal de que sua vida útil, em média dois anos ou 50 mil km, acabou e é hora da trocá-la.
Instalar itens elétricos como som e alarme fora da fábrica pode danificar o chicote e reduzir a vida útil da bateria. “O sistema é pensado para sustentar itens de série. Procure sempre uma concessionária”, diz Takahira.
Na zona norte, a Auto Mecânica Scopino (3955-2086) cobra de R$ 200 a R$ 450 para trocar a bateria. O socorro para recarga custa R$ 40. A peça fica entre R$ 270 e R$ 290 na Chevy (3875-7099), zona oeste. O socorro é gratuito.
Elegante e estiloso, o Citroën DS3 marcou presença no espaço mais disputado da moda em São Paulo, o SP Fashion Week, nesta segunda-feira (23). O modelo francês ficou exposto no espaço VIP da fabricante ao lado do carro conceito da marca, o GQ, e do 2CV (modelo antigo, sucesso nos anos 50, e que teve participação em um dos filmes do 007).
DS3 é apresentado na SP Fashion Week, em avant-première (Foto: Divulgação)
A Citroën ainda não revela muitas informações a respeito do DS3, que deve chegar ao mercado brasileiro entre março e abril deste ano. A versão mais básica do modelo, na Europa, tem motor 1.6 e desenvolve entre 98 e 120 cv.
Cliente poderá escolher a cor do capô (Foto: Divulgação)
Aqui, o valor do DS3 deverá ser menor que R$ 100 mil para concorrer com o Mini Cooper e o Audi A1. O modelo ainda está em fase de testes no País e os itens de séries estão sendo adaptados ao mercado nacional, de acordo com a montadora.
GC, modelo conceito da Citroën (Foto: Olivia Caires)
Assim como na moda, muitos proprietários de veículos anseiam por automóveis exclusivos. Algumas combinações poderão deixar o DS3 mais personalizado. Os clientes mais tradicionais terão a opção de deixar o carro inteiro da mesma cor, enquanto os mais moderninhos poderão optar por uma combinação de cores da capota e da carroceria.
2CV foi usado em um dos filmes 007 (Foto: Olivia Caires)
O Fiat Palio, desde que foi lançado (em 1996) até hoje, já esteve em muitas garagens do País. É fácil encontrar alguém por aí que teve ou que, pelo menos, conhece uma pessoa que já comprou um. Os números comprovam essa teoria, pois foram vendidos desde a sua estreia até dezembro passado, 2.603.999 unidades, de acordo com a fabricante.
Fiat Palio Essence Dualogic ganha destaque pelo motor 1.6 (Fotos: Verônica Lima/ ZAP Carros)
No ano passado foram emplacadas 105.794 unidades do hatch da marca italiana - o que garantiu o quinto lugar entre os modelos mais vendidos, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores).
A nova geração do modelo, apresentada em novembro passado, ficou maior e com seis tipos de configurações disponíveis. Entre as opções 1.0, 1.4 e 1.6 (todas de motor bicombustível), o ZAP Carros testou a versão Essence Dualogic, equipada com motor 1.6 16V, de 117 cv (abastecido com etanol), com câmbio de 5 velocidades, que parte de R$ 40.880.
Suspensão está melhor, assim como o espaço interno
Seu comportamento satisfaz quem está atrás do volante, pois os 117 cv, que aparecem aos 5.500 rpm, e os 16,8 kgfm de torque (disponíveis a 4.500 rpm) garantem o bom desempenho do motor. No entanto, este propulsor se adequa melhor ao câmbio manual de cinco velocidades. A transmissão automatizada tira um pouco do brilho do trem de força e isso pode ser notado pelos leves trancos, a cada vez que as trocas de marchas são realizadas. A sensação é de que o motor pede por mudanças mais rápidas, para poder revelar todo seu potencial, mas não consegue, pois seu “companheiro” atrasa seu trabalho.
Para amenizar essa situação, o motorista pode optar por fazer as trocas de marcha de modo manual, na própria alavanca do câmbio ou por meio das hastes atrás do volante. Com o controle da transmissão, é possível antecipar as mudanças de marcha e curtir o que o bom 1.6 tem a oferecer.
Visual do novo Fiat Palio agrada bastante. Lanternas ganharam um design mais moderno
A posição de dirigir não é muito fácil de ser encontrada, requer um pouco de paciência e até costume com as alavancas, que são localizadas do lado direito do assento do motorista, enquanto na maioria dos veículos esse comando fica à esquerda do banco. Após acertar a postura, é hora de avaliar a ergonomia. Esta não decepciona, os comandos são acessíveis e simples de serem manuseados.
Com novas formas, o simpático modelo evoluiu e ganhou 31 mm na largura; 60 mm na altura; 47 mm no entre-eixos e 28 mm de comprimento. O espaço interno está maior o que traduz em conforto para os passageiros, principalmente para as pernas. As linhas do design interno são harmoniosas e seguem o mesmo padrão de bom gosto da carroceria, que ganhou características dos companheiros Punto, 500 e Uno. Porém, o acabamento peca por apresentar peças mal-encaixadas.
Câmbio automatizado apaga o brilho do propulsor desta versão (Foto: Divulgação)
Concorrente do VW Fox 1.6 I-Motion (R$ 39.770), essa versão oferece computador de bordo, direção hidráulica, desembaçador traseiro, ar-condicionado, banco e volante com regulagem de altura, piloto automático, vidros e travas elétricos, entre outros itens de série.