Nova perua VW Jetta fica mais barata

Categorias: LANÇAMENTOS, TODAS AS NOTÍCIAS

A renovada Jetta Variant começa a ser vendida no País em poucos dias. De acordo com concessionários Volkswagen, a perua mexicana do Jetta já chegou às lojas. Sua tabela, a partir de R$ 83.990, ficou R$ 1.200 mais em conta que a da versão anterior.

A nova Jetta Variant é baseada no Golf de sexta geração oferecido na Europa desde 2009. A perua traz poucas mudanças externas em relação ao Golf 6 - a mais relevante é no para-choque dianteiro.

Nova perua Jetta (Foto: Divulgação)

Nova perua Jetta (Foto: Divulgação)

O motor é o mesmo 2.5 a gasolina, de 170 cv, da versão anterior. O câmbio automático de seis marchas com opção de trocas manuais também foi mantido.

Por dentro, a perua está mais moderna. O painel traz quadro com mostradores ovais mais profundos. Mudaram os comandos e as saídas do ar-condicionado. Já o sistema de som foi substituído e o volante é igual ao do Passat CC. Por ora a Variant conviverá com o Jetta de quinta geração, que só deverá ser alinhado com a sexta no fim deste ano.

Vendas de carros importados crescem 6,9% em fevereiro

Categorias: TODAS AS NOTÍCIAS, mercado

São Paulo - As empresas ligadas Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) registraram 5.422 emplacamentos de veículos em fevereiro, um aumento de 6,9% em relação aos 5.073 veículos vendidos em janeiro.

Na comparação com fevereiro de 2009 - quando o mercado ainda sentia os efeitos da crise mundial -, houve um salto de 170,8%. O resultado acumulado do primeiro bimestre mostra alta de 168,7%, com 10.495 unidades.

Os dados se referem às 22 marcas filiadas à Abeiva: Aston Martin, Audi, BMW, Chana, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Hafei Motor, JAC, Jaguar, Jeep, Jinbei, Kia Motors, Land Rover, Pagani, Porsche, Spyker, SsangYong, Suzuki e Volvo.

Já os dados de vendas no atacado - das importadoras para as concessionárias - mostra crescimento mais expressivo, de 18,7% em fevereiro em relação ao mês anterior, com 6.640 unidades comercializadas. Na comparação com fevereiro de 2009, a alta foi de 225,01%. No primeiro bimestre, o avanço foi de 212,7%, com 12.236 unidades.

“A Abeiva saltou de 2,52% em janeiro para 2,57% de participação em fevereiro no mercado total interno. E de 11,8% para 13,4% do mercado de importados”, comentou José Luiz Gandini, presidente eleito da entidade. “Ainda assim, 2,57% de participação no mercado total interno é muito insignificante para as empresas sem fábricas no País. O responsável por esse limitador é a alta carga tributária sobre os veículos importados. Os 35% do imposto de importação foram e continuam sendo uma proteção à indústria nacional”, criticou Gandini, em nota.

“O Brasil vai importar este ano cerca de 500 mil unidades, das quais a Abeiva vai representar pouco mais de 15%. O restante vem da Argentina e do México, com alíquota zero. Isso é muito injusto”, analisa. A Abeiva projeta para 2010 vendas de 80 mil unidades.

Gandini, que também é presidente da Kia Motors, assume o comando da Abeiva pelo quarto mandato. A diretoria executiva da entidade será composta ainda por Paulo Sérgio Kakinoff (presidente da Audi Brasil) para vice-presidente; Philip Derderian (diretor geral da Chrysler, Dodge e Jeep) como diretor financeiro; e John Peart (diretor-presidente da Land Rover) como diretor de assuntos corporativos.

Fiat também demorou para convocar recall do Tipo

Categorias: TODAS AS NOTÍCIAS, recall

Não é a primeira vez que a Fiat se envolve em um caso polêmico de recall no País. Em março de 1996, seis proprietários do hatch italiano Tipo 1.6 entraram com ação contra a fabricante por danos morais e materiais depois ver seus carros se incendiarem.

Em 10 de abril daquele ano, após várias queixas semelhantes, a Fiat acabou chamando cerca de 150 mil Tipo à oficina para substituir o tubo convergedor de ar, peça feita de papelão e alumínio que se incendiava e acabava espalhando as chamas para o restante do veículo.

Tipo (Foto: divulgação)

Tipo (Foto: divulgação)

 

LEIA MAIS:

Fiat inicia recall do Stilo

Presidente da Fiat é novo dirigente da Anfavea e do Sinfavea

Para tirar CNH, motoristas serão obrigados a fazer aulas noturnas

Categorias: TODAS AS NOTÍCIAS

A partir de maio, não bastará mais dar a volta na quadra e saber estacionar o carro para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os candidatos a motorista terão que aprender a dirigir durante a noite. Uma lei publicada ontem no Diário Oficial da União obriga as autoescolas a dar aulas noturnas de direção. A nova regra altera o Código de Trânsito Brasileiro e entra em vigor em 60 dias. Segundo a Federação Nacional das AutoEscolas (Feneauto), o custo da carteira poderá aumentar.

autoescola

O número de aulas noturnas ainda será definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Atualmente, os aprendizes de motorista têm de comprovar pelo menos 20 horas-aula de prática, acompanhados por um instrutor autorizado.

A mudança foi proposta pelo deputado federal Celso Russomanno (PP-SP). O parlamentar defende que a experiência pode reduzir o número de acidentes. Segundo ele, especialistas são unânimes em afirmar que os condutores são responsáveis pela maioria das ocorrências noturnas. “O ato de conduzir o veículo à noite exige precauções adicionais, atenção redobrada”, diz o deputado.

A medida é apoiada pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). Segundo a entidade, 40% dos acidentes de trânsito com vítimas em São Paulo ocorrem no período da noite.

“A direção noturna é completamente desconhecida para quem acabou de sair da autoescola”, afirma Dirceu Rodrigues Alves Junior, diretor da Abramet. “Durante a noite, um farol alto pode deixar o motorista sem enxergar por 3 ou 4 segundos”, afirma. “Quem acabou de tirar a carteira passa esse tempo perdido, porque ainda não tem sensação de distância. E o carro pode estar a 100 km/h.”

A Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto) afirma ser “favorável a qualquer mudança que melhora a formação dos condutores”, mas não acredita que a lei vá pegar. “Acho difícil o cumprimento porque os Detrans (departamentos de trânsito) não têm como fiscalizar as aulas”, diz Magnelson Carlos de Souza, presidente da Feneauto.

Souza levanta um outro problema: a legislação estadual limita o funcionamento dos Centros de Formação de Condutores até as 20 horas, deixando apenas uma ou duas horas para as aulas noturnas. “Teria que mudar essa regra ou comprar mais carros para atender a demanda, o que provocaria um aumento do preço”, diz. De acordo com ele, se o Contran aumentar a carga horária para além das 20h, o custo ficará mais alto.

A crítica é reforçada pelo Sindicato das Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores de SP. “Vamos precisar de mais instrutores e carros. Isso vai onerar o aluno”, diz o presidente José Guedes Pereira. “O setor não foi ouvido. Daqui a pouco aparece outro legislador dizendo que tem que ter aula com chuva, com vento, na neblina.”

MEDIDA DIVIDE OPINIÕES - A aprovação da lei que obriga os novos condutores a terem aulas noturnas divide opiniões. Para a instrutora Marilza Minato, de 53 anos, da Lotus Auto Escola, no Bom Retiro, região central, a medida é absurda. “O que estão fazendo não leva em consideração a segurança. A gente não pode ficar em qualquer lugar. Tem muita rua sem iluminação, sem polícia”, argumenta.

“Se a pessoa não tiver consciência, pode ter aula à noite que não vai adiantar nada”, avalia. “Pode ter feito 30 horas, terminou o curso, pegou a carta, ele faz o que quer. Foi má instrução? Não. Olha o que tem de filho de deputado e deputa0do que sai por aí bebendo, dirigindo e matando”, afirma.

Para saber no que a decisão vai influenciar, “primeiro é preciso saber o que vão exigir, a partir de que horas, quantas aulas”, pondera o dono da Brooklin Auto Escola, na zona sul, Arnaldo Macedo Júnior, de 61 anos. Ele não acredita que as aulas noturnas ajudarão a formar condutores mais habilidosos. “Não é uma coisa que vai aperfeiçoar.”

Já Fábio de Marmo Silva, de 39 anos, dona da Marechal Auto Escola, em Santa Cecília, na região central, acredita que a medida pode ajudar na formação. Mas ele ainda não sabe qual o custo da mudança. “O custo não necessariamente será para o aluno, mas meu horário é até 19 horas. Vou ter que contratar mais instrutores”.

A má qualidade da formação dos motoristas é reconhecida até pelos próprios instrutores de autoescola. “A prova para tirar a carta é muito mais psicológica do que prática”, diz o supervisor da Auto Escola R5, na Lapa, Daniel Souza Paião. “Você acha que uma volta no quarteirão avalia se uma pessoa sabe dirigir? Eu acho que não”. Segundo ele, a aula noturna não basta para melhorar a direção. “É útil, mas não muda nada.”

 

O QUE VOCÊ ACHA DESSA NOVA REGRA? COMENTE

 

LEIA MAIS:

Valor da CNH volta a ser limitado

Cursos de direção ensinam motorista a guiar melhor

Presidente da Fiat é novo dirigente da Anfavea e do Sinfavea

Categorias: TODAS AS NOTÍCIAS, mercado

São Paulo - O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, será mesmo o novo dirigente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e do Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares (Sinfavea). Ele foi eleito nesta quinta-feira, 18, e comandará as entidades no triênio 2010-2013. A solenidade de posse será no dia 30 de abril, em São Paulo.

Belini sucederá Jackson Schneider, executivo da Mercedes-Benz que assumiu o posto em abril de 2007. O presidente da Fiat tem 60 anos, é administrador de empresas e pós-graduado em finanças.

Ele ocupa desde 2004 a presidência da Fiat Automóveis para a América Latina. E desde 2005 comanda o grupo Fiat para a América Latina. Em 2009, Belini passou a integrar o Conselho Executivo do Fiat Group, a mais elevada instância mundial de comando do grupo.